Encontro Febrafar São Paulo apresenta números acima do mercado

São Paulo é o maior estado do país, com características únicas e com um mercado de alta concorrência. Assim, os resultados apresentados no Encontro Febrafar São Paulo, realizado no mês de outubro, possuem uma relevância ainda maior, demonstrado que as farmácias das redes associadas apresentam um crescimento acima da concorrência na maioria dos dados mercadológicos.

Atualmente as redes associativistas possuem no estado de São Paulo 807 lojas, representando 4,4% dos PDVs do estado e faturando juntas mais do que um bilhão de reais. No encontro foram analisados os dados de 13 dessas redes, são elas: BigFort (16 lojas), Biodrogas (46), Drogaria Total (362), Farma100 (14), Farma e Cia (64), FarmaGente (43), Farmavale e Cia (35), FarmaVip (41), Pratika (24), Sisfarma (20), Super Popular (20), Ultra Popular (53) e União Farma (36).

“Vemos um potencial muito grande para crescimento de nossos trabalhos no Estado de São Paulo, aumentando nossa participação no maior mercado brasileiro. O importante é que os números que apresentamos no Encontro comprovam que estamos preparados para encarar a concorrência e obter destaque”, explica José Abud Neto, diretor geral da Febrafar.

A opinião é baseada no fato de que, do total das redes, 69% crescem acima do mercado no estado de São Paulo. Somando todas as lojas do Estado, o crescimento se mostra ainda mais relevante, sendo que no período de doze meses, findado em agosto de 2017, as redes ligadas a Febrafar no estado cresceram 24,7% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Esse número é praticamente o dobro do mercado farmacêutico nacional que cresceu 12,3% e está acima do crescimento do Estado de São Paulo e da Febrafar nacional, que cresceram respectivamente 13,2% e 19,9%.

“Um ponto que destacamos em São Paulo é que as farmácias que utilizam as ferramentas fornecidas pela Febrafar estão conquistando um espaço de grande destaque. Mostrado a importância do associativismo e, principalmente, mostrando que esse modelo de trabalho não se baseia apenas em compras conjuntas, mas, também, na troca de conhecimentos e compartilhamento de ferramentas”, conclui Abud Neto.