Remédios genéricos inéditos devem chegar ao mercado

remédios genéricos
Remédios Cabazitaxel, Ibuprofeno Arginina e Levetiracetam ganham genéricos inéditos no mercado que chegarão com preço menor para tratar câncer, dor e crise convulsiva.

Publicado em 13/10/2016

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (10/10), o registro de três remédios genéricos inéditos no Brasil. Isso significa que os pacientes que precisam desses medicamentos poderão encontrar uma nova opção no mercado, inclusive para comparar o preço.

Os três novos remédios genéricos foram aprovados para o tratamento de câncer de próstata (cabazitaxel), dores leves e moderadas (ibuprofeno arginina) e crises convulsivas (levetiracetam).

Na prática, quando um medicamento genérico inédito é aprovado, o medicamento de marca passa a ter um concorrente no mercado o que pela lei da oferta e da procura é melhor para o consumidor. Pela lei, o remédio genérico já entra no mercado a um preço mais barato que o produto de marcar. Essa redução representa um desconto de pelo menos 35% em relação ao preço máximo da tabela da Anvisa.

Conheça os três genéricos inéditos aprovados pela Anivsa

 

Genérico e seu fabricante Medicamentos de referência (significa que o genérico é uma cópia confiável deste produto) Indicação
Cabazitaxel, da empresa Eurofarma Laboratório S.A. Genérico do Jevtana Solução injetável em associação com prednisona ou prednisolona é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático hormônio-refratário, previamente tratados com um regime contendo docetaxel.

 

Ibuprofeno Arginina, da empresa Zambon Laboratórios Farmacêuticos Ltda Genérico do Spidufen Comprimido ou granulado é indicado no alívio da dor leve ou moderada: cefaleias, nevralgias, dismenorreia, pós-cirúrgico dental e dores dentárias, musculares, traumáticas e artrite reumatoide. Febre e tratamento sintomático da gripe.
Levetiracetam, da empresa UCB Biopharma S.A genérico do Keppra Comprimido revestido ou solução oral é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises convulsivas parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.

Com informações da Ascom/Anvisa



Deixe uma resposta