Nova fase para a CityFarma, rede associada da FEBRAFAR no Rio de Janeiro

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Publicado 05/11/2015

A rede CityFarma, da capital do Rio de Janeiro, está passando por uma transformação. Além de novas ferramentas de gestão e para os associados, a rede aponta para um novo caminho a ser trilhado.

Há 19 anos, quando o setor e varejo farmacêutico vivia uma crise, um grupo de empresários do Rio de Janeiro se reuniu em busca de um caminho para fortalecer suas lojas e também o varejo farmacêutico fluminense. Desse encontro surgiu a ideia de união em torno de uma associação, a CityFarma. “O associativismo foi considerado o melhor caminho pois, na época, representava uma ação inovadora e um caminho seguro para o crescimento”, afirma o presidente José Corrêa da Motta.

PAI e PEC

Em maio deste ano, a CityFarma iniciou a implantação de duas ferramentas disponibilizadas pela Febrafar. O PAI – Painel de Aferição de Indicadores e o PEC – Programa de Estratégias Competitivas. Motta destaca que o mercado exige competitividade de todas as lojas, além de uma boa gestão do negócio. “O PAI é o início da busca da competitividade necessária para atuarmos de forma mais profissional e organizada, já que possibilita uma gestão financeira mais eficaz”, explica.

A rede também aderiu ao PEC, ferramenta também conhecida como cartão fidelidade. “O PEC é uma ferramenta profissional e inteligente de política de descontos, que nos dará competitividade comercial, formando imagem de preço baixo e dando uma cara de rede para o associativismo, pois todas as lojas terão uma política comercial bem parecida, melhorando a imagem perante o consumidor”, argumenta Motta.

Para iniciar este processo de implantação, a rede escolheu como estratégia criar um grupo de 17 lojas. Dessa forma, foi mais fácil dar velocidade a implantação do modelo e evitar contratempos comuns, gerando enfraquecimento das ações e desmotivação.

De acordo com Motta, o processo está caminhando de acordo com o planejado e superando as expectativas. Em pouco mais de dez dias foram feitos 12.400 cartões e alcançaram R$ 472 mil de transações pelo PEC, com um ticket médio de R$ 34,50. “Temos Sell-In e Sell-Out de todas as lojas do projeto piloto centralizados através do Ifarma, estamos implantando o Sigpharma, o SIC também já está bastante adiantado, todas essas ferramentas nos dará segurança nas tomadas de decisões e deixar nosso associado mais confiante no futuro da Rede”.

O objetivo é transformar a rede CityFarma de fato em uma Rede de Farmácias, com ações planejadas e um plano estratégico que seja seguido de forma uniforme por todas as lojas. “Ainda teremos muitas etapas pela frente, mas estamos muito satisfeitos com os resultados alcançados até o momento, os associados participantes desse projeto estão empolgados, motivados, equipe de colaboradores treinados e motivados, nossa expectativa é de melhorarmos ainda mais”.

Para que todas as etapas deem certo, a rede tem dado apoio integral aos participantes, inclusive, sem nenhum custo para o lojista no material de marketing, nos cartões de desconto e na remuneração da equipe por cartões emitidos. “Temos funcionários treinados pela equipe da FEBRAFAR e que dão foco e apoio irrestrito aos lojistas do projeto”. Atualmente são cinco supervisores de loja e uma pessoa para apoio na parte comercial, para análise dos relatórios das novas ferramentas e geração de negócio para o grupo. “Neste mês iniciamos o segundo grupo que irá somar ao grupo que deu início ao projeto, e assim toda rede estará no projeto no tempo planejado”.

Reunião com mercado

Edison Tamascia, presidente da FEBRAFAR, palestra em assembleia da rede CityFarma
Edison Tamascia, presidente da FEBRAFAR, palestra em assembleia da rede CityFarma

A rede CityFarma também iniciou a fazer feira de negócios com o mercado e seus associados. No primeiro evento foram gerados mais de R$ 149 mil em compras em poucas horas. O evento também contou com premiação de televisão, tablet, viagens e dinheiro.

E mais novidades estão por vir. “O fórum Cityfarma está em andamento, iremos reunir as melhores práticas de gestão entre os lojistas e faremos um manual a ser distribuído por toda a rede”, diz Motta.

Centro de Treinamento

O CTC – Centro de Treinamento Cityfarma, por meio da educação continuada, capacita e desenvolve os profissionais da rede. “Mais do que superar as expectativas dos clientes, temos que encantá-los. Alcançar este objetivo só é possível com uma equipe motivada, com conhecimentos e habilidades para lidar com as diversas situações do dia a dia”, explica Motta. Por isso, proprietários e suas equipes podem fazer cursos técnicos, comportamentais e gerenciais. “O papel do Centro de Treinamento é fundamental e começa pela missão de conscientizar os associados sobre a importância de uma gestão de pessoas eficaz”.

Com o PDPE – Programa de Desenvolvimento de Pessoas Estratégicas, a CityFarma oferece ferramentas e troca de experiências entre os participantes. “Gestores mais preparados tornam-se mais assertivos, gerando melhores resultados”, comenta Motta. O treinamento da linha de frente é outro desafio. Pessoas são diferentes, têm experiências diferentes. É importante trabalhar os conteúdos respeitando e aproveitando essas diferenças, tornando esses profissionais mais motivados, propiciando o crescimento profissional de todos e, consequentemente, da rede.

Nova sede da rede CityFarma, do Rio de Janeiro (RJ)
Nova sede da rede CityFarma, do Rio de Janeiro (RJ)

Desafios futuros

Antes de iniciar a fase de transformação da rede, a diretoria e gestores formularam um planejamento estratégico, em que fizeram um mapeamento completo da cadeia de negócio, gerando um caderno de oportunidades encontradas no mercado e finalizaram com o plano de negócio da Cityfarma para os próximos anos. O foco é o máximo de geração de valor para as partes envolvidas (indústrias, fornecedores, lojistas e rede).

O que está sendo delineado, conta Motta, é transformar a Cityfarma numa sociedade anônima de capital fechado, em que os associados receberão ações da nova empresa após decorrido o prazo de três anos. Os novos entrantes serão licenciados da marca. A meta é atingir 500 lojas no quinto ano, 750 lojas no sétimo e 1 mil no novo ano. “Nossa central de compras será responsável por 50% no mínimo da reposição das necessidades de compras das lojas, portanto, teremos Sell-In e Sell-Out de todas as lojas”, conclui Motta.

Fonte: Assessoria de comunicação FEBRAFAR

Fotos: CityFarma 

 

 

 

 



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