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A Biolab está, agora, no mercado de medicamentos genéricos. A empresa espera faturar mais de R$ 150 milhões já em 2019. A entrada no segmento acontece após a compra da Actavis Brasil, que pertencia à israelense Teva, concluída na última semana.
Apesar de o valor do negócio não ter sido divulgado, o Valor apurou que, na indústria, cogita-se que a Biolab teria pagado algo entre R$ 40 milhões e R$ 60 milhões pela operação, que inclui uma fábrica no Rio de Janeiro e portfólio com 30 produtos. O faturamento da Actavis, em 2017, é estimado em torno de R$ 50 milhões.
No mercado de genéricos, a estratégia não será concorrer diretamente com as grandes do segmento, como EMS, Hypera e Medley. Até o ano que vem, o portfólio deverá ser formado por 60 produtos, que juntos poderão responder por 15% do faturamento da empresa. “O genérico é uma realidade do mercado brasileiro, então temos de trabalhar nisso também. vamos diluir custo de produção”, diz o presidente e um dos controladores da Biolab, Cleiton de Castro Marques.
O grande atrativo estpa em outra parcela de produtos da Actavis, que permitirão à Biolab outra estreia, na área de sistema nervoso central (SNC). “Vamos jogar em genéricos, mas sem abrir mão do DNA da Biolab, que é a inovação”, reitera o empresário. A farmacêutica montou, ainda, um moderno centro de Pesquisa & Desenvolvimento em Ontário (Canadá).
Fonte: Valor Econômico
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