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A Febrafar acaba de evoluir uma de suas principais ferramentas de gestão do autosserviço: o Mapa da Farmácia. A nova versão foi reformulada para tornar a aplicação mais prática, intuitiva e aderente à rotina das lojas, resolvendo uma das maiores dores do varejo farmacêutico atualmente: transformar estratégia em execução no dia a dia.
Mais do que uma atualização visual, a mudança representa uma nova forma de enxergar a organização da farmácia, colocando o shopper no centro das decisões e dando mais autonomia para que redes e lojas adaptem as estratégias à própria realidade.
Segundo Sara Amaral, Gerente de Excelência de Varejo da Febrafar, a evolução surgiu justamente da escuta ativa das redes associadas e dos lojistas. “Assim como propomos para a loja colocar o cliente no centro das decisões, fizemos isso do nosso lado também. Escutamos o nosso cliente, que trouxe a necessidade de dar mais autonomia ao lojista no momento da aplicação”, explica.
De e-book técnico para ferramenta prática
Historicamente, o Mapa da Farmácia era utilizado como um guia estratégico para organização do autosserviço, mas a Febrafar identificou que existia uma dificuldade importante na aplicação prática do conteúdo.
“Muitos lojistas entendiam o conceito, mas tinham dificuldade de transformar aquilo em ação na rotina da loja. Existia uma necessidade muito clara de ser mais objetivo e prático”, afirma Sara Amaral.
A partir desse diagnóstico, o material deixou de funcionar apenas como um e-book técnico e passou a operar como uma plataforma mais dinâmica, intuitiva e recheada de dados que apoiam a tomada de decisão.
“O objetivo final continua sendo o mesmo: transformar a jornada do shopper e aumentar a lucratividade da loja. Mas agora fazemos isso de forma muito mais acessível para quem está na ponta”, destaca.
Execução simplificada e foco na realidade da loja
Uma das grandes mudanças está na forma como o conteúdo é aplicado. O novo Mapa da Farmácia passou a trazer exemplos mais próximos da realidade operacional das farmácias.
Foram incluídos:
“Trouxemos dicas rápidas e básicas para uma boa execução, como identificar o fluxo da loja e entender quais são as áreas mais estratégicas para posicionar produtos. Também melhoramos a visualização dos planogramas para facilitar a aplicação e a manutenção no dia a dia”, explica Sara Amaral.
A proposta é reduzir o tempo de análise e facilitar decisões que impactam diretamente vendas, exposição e experiência do consumidor.
Dados passam a direcionar decisões
Outro avanço importante é o aprofundamento no uso de dados para orientar o trabalho das lojas. Hoje, segundo a Febrafar, mais de 30 categorias coexistem dentro de uma farmácia, tornando inviável revisar toda a operação de uma só vez. A nova ferramenta ajuda o lojista a entender por onde começar.
“A ferramenta traz a representantividade de cada universo de categorias na farmácia e mostra, de forma granular, a representatividade de cada segmento. Isso ajuda o lojista a entender qual universo deve priorizar e qual categoria possui maior oportunidade de crescimento”, afirma Sara Amaral.
O sistema também passa a integrar informações do Bússola, ferramenta da Febrafar que apresenta produtos com potencial de oportunidade por região.
Mais autonomia para redes e lojas
A nova versão também muda a dinâmica operacional entre redes e associados. Anteriormente, as redes precisavam replicar treinamentos e materiais loja por loja. Agora, o Mapa da Farmácia passa a operar em modelo white label e disponível em formato de aplicativo, permitindo acesso mais simples e direto.
“A loja verá a ferramenta que a própria rede oferece para melhorar a gestão do autosserviço. Trabalhamos uma linguagem objetiva tanto para o proprietário, que faz análises estratégicas, quanto para o time da loja, responsável pela execução e manutenção”, explica Sara Amaral.
Na prática, os colaboradores passam a acessar planogramas e orientações diretamente pelo celular, agilizando a implementação das mudanças no ponto de venda.
Cliente no centro da jornada
Para a Febrafar, a principal transformação começa antes mesmo da reorganização da loja: está na mudança de mentalidade. “O primeiro passo é mudar o mindset e colocar o cliente no centro de tudo. Depois, analisar se a jornada que a loja propõe realmente resolve as necessidades do shopper”, afirma Sara Amaral.
Segundo ela, entender fluxo, conexão entre categorias e comportamento do consumidor é essencial para melhorar resultados e aumentar a satisfação dos clientes. “O resultado é crescimento das categorias onde havia oportunidade, clientes mais satisfeitos e ticket médio maior. E existem ganhos que muitas vezes passam despercebidos, como melhora na experiência de compra e fidelizar e atrair clientes”, finaliza.
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