25 de abril de 2026
14 de abril de 2026
O debate sobre trade marketing no varejo farmacêutico ganhou força recentemente com o artigo publicado por Edison Tamascia, presidente da Febrafar, no Guia da Farmácia. O tema, que durante anos ficou à margem das discussões estratégicas do setor, revela uma realidade importante: existe dinheiro disponível na indústria para impulsionar vendas no ponto de venda, mas ele nem sempre chega às farmácias.
Acesse o artigo completo:
https://guiadafarmacia.com.br/materia/trade-marketing-um-dinheiro-que-existe-mas-nem-sempre-chega-a-farmacia/
Trade marketing não é desconto, nem negociação comercial. Trata-se de um investimento estratégico da indústria voltado exclusivamente para a execução no ponto de venda (PDV). Seu objetivo é simples e poderoso: garantir que os produtos tenham visibilidade, estejam bem posicionados e sejam apresentados de forma correta ao consumidor.
Na prática, isso significa trabalhar elementos como:
Quando bem executado, o impacto é direto: mais atenção do consumidor, melhor experiência de compra e aumento nas vendas.
Apesar de ser um recurso existente, muitas farmácias — especialmente independentes — ainda não conseguem acessar o trade marketing. O motivo não está na falta de interesse da indústria, mas sim na ausência de estrutura e comprovação de execução.
A lógica é clara: a indústria só investe onde há garantia de que a estratégia será aplicada corretamente. Isso inclui:
Sem esses elementos, a verba simplesmente não chega.
Historicamente, esse cenário favoreceu grandes redes e lojas em grandes centros, que contam com promotores e equipes dedicadas. Para as farmácias independentes, o trade marketing sempre pareceu distante.
Esse cenário começou a mudar com a evolução das ferramentas digitais. A Febrafar tem atuado diretamente para democratizar o acesso ao trade marketing.
Hoje, com o uso de tecnologia e Inteligência Artificial, é possível:
Esse modelo elimina a dependência de promotores físicos e amplia o acesso ao investimento.
Na prática, isso significa que o trade marketing deixa de ser exclusivo e passa a ser uma oportunidade real para farmácias de todos os portes.
O grande ponto destacado por Edison Tamascia é que o trade marketing precisa deixar de ser visto como algo opcional e passar a fazer parte da gestão da farmácia.
Quando a loja organiza seu ponto de venda, cuida da exposição dos produtos e adota processos e ferramentas de validação, ela deixa de perder oportunidades e passa a capturar um valor que já existe na indústria.
Ou seja, a estratégia sempre esteve disponível, mas nem sempre acessível. Hoje, com tecnologia, organização e estratégia, esse cenário está mudando. Para o varejo farmacêutico independente, entender e aplicar o trade marketing não é mais um diferencial, é uma necessidade para quem busca crescimento sustentável e aumento de rentabilidade.
25 de abril de 2026
23 de abril de 2026
10 de abril de 2026
09 de abril de 2026
07 de abril de 2026
04 de abril de 2026
01 de abril de 2026
17 de março de 2026
13 de março de 2026